Aniversário de Dourados é feriado?
Sim, é feriado municipal
Em Dourados, 20 de dezembro funciona como feriado municipal, ligado à data de emancipação da cidade. A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul confirma o dia entre os feriados do município, em alusão à emancipação de Dourados. O efeito mais visível é a suspensão do expediente administrativo e do atendimento bancário presencial, com reorganização do comércio e dos serviços não essenciais.
O alcance é municipal. Fora da cidade, vizinhos como Itaporã, Caarapó e Fátima do Sul seguem seus próprios calendários e não param pela data. Dourados tem ainda um segundo feriado municipal religioso em 8 de dezembro, dia da padroeira, Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
Quantos dias faltam para o Aniversário de Dourados?
Faltam 147 dias para o Aniversário de Dourados, em 20/12/2026 (Domingo).
O que abre e o que fecha no aniversário de Dourados
Como o aniversário é feriado municipal, o 20 de dezembro segue a grade de feriado em Dourados. Por cair perto do Natal, parte do comércio costuma abrir em horário especial de fim de ano. A tabela abaixo resume o cenário de um 20 de dezembro em dia de semana.
| Serviço | Funciona? | Detalhe |
|---|---|---|
| Bancos | Não | Agências presenciais fecham no feriado municipal |
| Comércio de rua | Variável | Abertura facultativa; muitas lojas abrem pelo período natalino |
| Shopping Avenida Center Dourados | Sim | Costuma operar em horário especial de feriado; confirme antes |
| Supermercados | Sim | Costumam abrir com grade normal ou ajustada |
| Transporte público | Sim, reduzido | Opera em grade de domingo ou feriado, com menos viagens |
| Serviço público municipal | Não | Expediente administrativo suspenso, com plantão essencial |
| Escolas | Não | Rede pública para; o período já costuma ser de recesso de fim de ano |
| Saúde essencial | Sim | UPAs, urgência e plantão continuam ativos |
No balanço do dia, como 20 de dezembro é feriado municipal, fecham bancos, repartições e escolas da rede pública, enquanto shoppings, supermercados, farmácias e parte do comércio de fim de ano seguem abertos, em grade de feriado.
Feriados de Dourados em 2026
Em 2026, Dourados tem 15 feriados: 12 nacionais, 1 estadual e 2 municipais.
| Data | Dia da semana | Feriado | Tipo |
|---|---|---|---|
| 01/01 | Quinta-feira | Ano Novo | Nacional |
| 17/02 | Terca-feira | Carnaval (Ponto Facultativo) | Nacional (Ponto Facultativo) |
| 03/04 | Sexta-feira | Sexta-feira Santa | Nacional |
| 21/04 | Terca-feira | Tiradentes | Nacional |
| 01/05 | Sexta-feira | Dia do Trabalho | Nacional |
| 04/06 | Quinta-feira | Corpus Christi (Ponto Facultativo) | Nacional (Ponto Facultativo) |
| 07/09 | Segunda-feira | Independência do Brasil | Nacional |
| 11/10 | Domingo | Aniversário do Mato Grosso do Sul | Estadual |
| 12/10 | Segunda-feira | Nossa Sra. Aparecida | Nacional |
| 02/11 | Segunda-feira | Finados | Nacional |
| 15/11 | Domingo | Proclamação da República | Nacional |
| 20/11 | Sexta-feira | Dia da Consciência Negra | Nacional |
| 08/12 | Terca-feira | Feriado Municipal | Municipal |
| 20/12 | Domingo | Aniversário da cidade Dourados | Municipal |
| 25/12 | Sexta-feira | Natal | Nacional |
Onde fica Dourados e por que influencia a região
Dourados fica no sul de Mato Grosso do Sul, a sudoeste da capital, em terreno de planalto a cerca de 430 metros de altitude. As coordenadas do centro ficam em torno de -22,2208 de latitude e -54,8058 de longitude. A cidade está em região de campos e cerrado, cortada pelo Rio Dourados, que dá nome ao município, a cerca de 115 km da fronteira com o Paraguai.
Dourados é um centro do agronegócio do sul do estado. A produção de milho, a presença da soja, a agroindústria de processamento e um comércio que atende municípios da região compõem sua base econômica. A isso se somam a UFGD, a UEMS e uma rede de saúde de referência. O conjunto faz da cidade um polo de comércio e serviços do interior sul-mato-grossense.
| Dado territorial | Valor |
|---|---|
| Região | Sul de Mato Grosso do Sul |
| Coordenadas (centro) | -22,2208 / -54,8058 |
| Altitude | cerca de 430 m |
| Bioma | Cerrado, em região de campos férteis |
| População (Censo 2022, IBGE) | 243.589 habitantes |
| Área | 4.086,39 km² |
| Papel regional | Polo do agronegócio, do comércio e dos serviços do sul do estado |
Clima e temperatura média em Dourados ao longo do ano
O clima é de transição, entre o tropical de savana (Aw) e o mesotérmico úmido (Cwa), influenciado pela altitude de cerca de 430 metros. O ano se divide em dois tempos. De novembro a março chove forte, com pancadas de fim de tarde no verão e os meses mais úmidos em janeiro e dezembro. De maio a setembro o tempo seca, e julho e agosto reúnem as menores médias de chuva do ano.
O verão é quente, com máxima média perto de 31°C nos meses mais quentes. O inverno, porém, surpreende, porque a passagem de frentes frias derruba a temperatura, a mínima média de junho e julho desce para perto de 14°C a 15°C, e a região já registrou geadas em anos extremos. Os valores mensais aqui são médios aproximados, não a Normal oficial completa do INMET.
Valores médios aproximados (referência Climatempo (Embrapa)). Para a normal climatológica oficial, consulte o INMET. Descreve o clima histórico, não é previsão do tempo.
Calendário anual de Dourados: meses, festas e ciclos
O ano douradense é marcado pelo calendário do agronegócio, pelas festas religiosas e pela agenda das universidades. Eventos agropecuários, festas juninas e as celebrações de fim de ano dão o ritmo da cidade.
| Mês | O que costuma marcar |
|---|---|
| Janeiro | Auge do verão chuvoso, com pancadas de fim de tarde. Mês mais quente do ano. |
| Fevereiro | Carnaval, com programação na cidade (data móvel, costuma cair em fevereiro). |
| Março | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Fim do verão chuvoso e volta às aulas. |
| Abril | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Tempo começa a secar. |
| Maio | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Outono seco e noites mais frias. |
| Junho | Festas juninas e quermesses pelos bairros. Mês de frio, com risco de geada. |
| Julho | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Mês mais seco do ano, com férias. |
| Agosto | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Tempo seco antes do retorno das chuvas. |
| Setembro | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Início da volta do calor e das chuvas. |
| Outubro | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Retorno das pancadas de chuva. |
| Novembro | Sem evento fixo de grande porte confirmado. Verão chuvoso se aproximando. |
| Dezembro | Aniversário da cidade em 20 de dezembro e festa da padroeira em 8 de dezembro, dentro do clima de fim de ano. |
As datas variam a cada edição. Confirme o calendário do ano com a Prefeitura ou com o organizador de cada evento antes de programar a viagem.
Do distrito de 1914 à emancipação de 1935
A separação de Ponta Porã e a criação do município
A história de Dourados está ligada à ocupação do sul do antigo Mato Grosso, em uma região de campos férteis. O povoado ganhou status de distrito em 1914, ainda vinculado a Ponta Porã. Por anos, o território permaneceu sob essa jurisdição.
A emancipação política veio em 20 de dezembro de 1935, com a separação de Ponta Porã e a criação do novo município. É essa data, a da autonomia, que a cidade celebra como aniversário, e por isso a contagem de anos parte de 1935.
Ao longo do século XX, Dourados cresceu impulsionada pela colonização agrícola e pela posição estratégica no sul do estado. Com a criação de Mato Grosso do Sul, em 1977, a cidade se firmou como o grande polo regional do agronegócio e dos serviços do interior sul-mato-grossense.
Linha do tempo de Dourados
Da Colônia Agrícola à revolução da soja
Vargas, os imigrantes japoneses e a Embrapa
O salto agrícola de Dourados tem uma data de partida. Em 1943, o governo de Getúlio Vargas criou a Colônia Agrícola Nacional de Dourados, parte da política de ocupação do interior conhecida como Marcha para o Oeste. A iniciativa atraiu colonos de várias origens, entre eles imigrantes japoneses, que ajudaram a consolidar a agricultura familiar e a horticultura na região.
A grande virada veio nos anos 1970, com a chegada da soja e a adaptação de variedades ao cerrado, em um esforço de pesquisa que teve a Embrapa como protagonista. A mecanização e a abertura de novas áreas fizeram da região um dos centros do agronegócio do estado, com Dourados na liderança estadual da produção de milho e forte presença de soja.
A Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), criada em 2005, somou à vocação agrícola um polo de ensino e pesquisa, que atrai estudantes de todo o sul do estado.
Economia de Dourados: soja, milho e agroindústria
A segunda economia de Mato Grosso do Sul
Dourados tem a segunda maior economia de Mato Grosso do Sul, atrás apenas de Campo Grande. A base é o agronegócio, com a cidade na liderança estadual da produção de milho e forte presença de soja, somada a uma agroindústria de processamento e a um setor de comércio e serviços que atende dezenas de municípios do sul do estado.
O PIB per capita aparece alto nas estatísticas, na casa dos R$ 83 mil (IBGE, 2021), mas o número precisa ser lido com ressalva, porque é fortemente puxado pela produção agropecuária contabilizada no município e não reflete a renda média do morador comum. A posição na fronteira com o Paraguai, a cerca de 115 km, integra a cidade a fluxos de comércio e a uma cultura compartilhada, e faz de Dourados o grande centro regional do interior sul-mato-grossense.
Dourados como polo de saúde e educação
Este bloco é um diretório do que existe na cidade, não uma recomendação de instituição. Para decisões de saúde, procure um profissional ou os canais oficiais.
Na educação, a cidade abriga a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), criada em 2005 pelo desmembramento da UFMS, e uma unidade da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), além do IFMS e de instituições privadas. O ecossistema de ensino, muito ligado a agronomia, saúde e tecnologia, atrai estudantes de todo o sul do estado.
Na saúde, a rede pública tem como referência o Hospital da Vida e o Hospital Universitário (HU-UFGD), ao lado de unidades de pronto atendimento e da rede municipal. Para a lista completa de estabelecimentos de saúde do município, consulte o CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde).
Os Guarani-Kaiowá e a presença indígena em Dourados
Uma das maiores presenças indígenas urbanas do Brasil
Dourados convive com uma realidade que poucas cidades do país conhecem de perto. A Reserva Indígena de Dourados, com cerca de 3.500 hectares, abriga milhares de indígenas, sobretudo dos povos Guarani-Kaiowá e Terena. É uma das maiores presenças indígenas próximas de uma área urbana no Brasil, parte da identidade e do cotidiano da cidade.
A cultura desses povos, com a língua guarani, a erva-mate e tradições próprias, marca a região. É um tema que envolve questões sociais e fundiárias complexas e merece ser tratado com o cuidado e o respeito que exige. Esta página apenas registra a presença e a importância cultural dessas comunidades para Dourados.
Locais para conhecer em Dourados
| Local | O que é |
|---|---|
| Catedral Imaculada Conceição | Igreja matriz no centro, ligada à padroeira da cidade |
| Praça Antônio João | Praça central tradicional, ponto de encontro no Centro |
| Parque dos Ervais | Parque urbano com áreas verdes, trilhas e lazer |
| Avenida Marcelino Pires | Principal corredor comercial da cidade |
| Aeroporto de Dourados | Terminal regional que liga a cidade ao restante do país |
| Campus da UFGD | Universidade Federal da Grande Dourados, polo de ensino e pesquisa |
| Feira Central | Feira tradicional com comida típica, tereré e produtos da região |
Horários e funcionamento mudam. Confirme com cada local antes de ir.

Foto: Thiago MTB, CC BY-SA 4.0

Foto: LUIS BELO, CC BY-SA 3.0

Foto: Alceu Mauro Denes, CC BY 3.0
Distâncias de Dourados para outras cidades
| Cidade | Distância rodoviária (aprox.) | Em linha reta (aprox.) |
|---|---|---|
| Itaporã | cerca de 18 km | cerca de 14 km |
| Caarapó | cerca de 56 km | cerca de 47 km |
| Ponta Porã | cerca de 120 km | cerca de 105 km |
| Campo Grande (capital) | cerca de 225 km | cerca de 200 km |
| Maracaju | cerca de 105 km | cerca de 90 km |
| São Paulo (capital) | cerca de 1.000 km | cerca de 830 km |
As distâncias são aproximadas e variam conforme o trajeto. As principais ligações são a BR-163, no eixo norte-sul, e a BR-463, rumo à fronteira com o Paraguai. A cidade tem aeroporto regional próprio.
Telefones e serviços úteis em Dourados
| Serviço | Contato | Quando usar |
|---|---|---|
| Polícia Militar | 190 | Risco imediato, emergência policial |
| SAMU | 192 | Urgência médica |
| Corpo de Bombeiros | 193 | Incêndio, resgate, acidente |
| Defesa Civil | 199 | Riscos como alagamento e vendaval |
| Central de Atendimento à Mulher | 180 | Violência contra a mulher |
| Direitos Humanos | 100 | Violação de direitos |
Os números 190, 192, 193, 199, 180 e 100 são nacionais. Para serviços da Prefeitura, consulte o portal oficial em dourados.ms.gov.br antes de usar em caso não urgente.
Dourados em números
| População (Censo 2022) | 243.589 habitantes (2ª maior do MS) |
| Área | 4.086,39 km² |
| Densidade demográfica | ~60 hab/km² |
| PIB per capita (IBGE 2021) | R$ 83.240 (puxado pelo agronegócio, não reflete a renda média) |
| IDH-M (2010) | 0,747 (alto) |
| Altitude | ~430 m |
| Código IBGE | 5003702 |
| DDD | 67 |
| Ano de emancipação | 1935 |
Personalidades de Dourados
Entre os nomes nascidos em Dourados está o volante Lucas Leiva (Lucas Pezzini Leiva), revelado no futebol brasileiro e com cerca de dez temporadas no Liverpool, da Inglaterra, onde se tornou um dos jogadores mais longevos do clube na sua posição. A cidade também é berço da cantora Vera Capilé, ligada à música regional sul-mato-grossense.
Muita gente associada à cidade viveu em Dourados por algum período de estudo ou trabalho, mas não nasceu no município. Esta lista reúne apenas nomes de fato nascidos na cidade.
Gastronomia e cultura de Dourados
A cultura douradense é marcada pela mistura de povos que colonizaram o sul do estado, com forte presença de gaúchos, paranaenses e nordestinos, somada às tradições indígenas dos Guarani-Kaiowá e à proximidade com o Paraguai. Essa diversidade aparece na mesa e no calendário de festas.
Na gastronomia, convivem o churrasco, o tereré (bebida gelada de erva-mate típica da região), a chipa (pão de queijo paraguaio feito com polvilho) e a sopa paraguaia (que, apesar do nome, é uma espécie de bolo salgado de milho), heranças da fronteira. As feiras e mercados locais concentram o comércio de produtos frescos e a cozinha popular de balcão.
Gentílico, apelidos e identidade de Dourados
Quem nasce em Dourados é douradense. A cidade é conhecida como um dos grandes polos do agronegócio do sul de Mato Grosso do Sul e carrega o orgulho de ser a segunda maior cidade do estado, atrás apenas de Campo Grande.
O douradense convive com uma identidade plural, marcada pela diversidade de migrantes, pela força do agronegócio e pela presença significativa dos povos Guarani-Kaiowá. A relação com o campo, com a fronteira e com a cultura indígena dá um caráter próprio à cidade.